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Plantas

  • Urucum

    • Urucum
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    Bixa orellana L. (Bixaceae) Arbusto ou árvore pequena com flores grandes ou vermelho pálidas, fruto em formato de cápsula grande, pardacenta, vermelho-polida ou roxo-escura, revestida de espinhos moles e inofensivos, contendo numerosas sementes. É uma planta utilizada em ornamentaçãol, pela beleza e colorido de suas flores e ao mesmo tempo muito útil economicamente. É utilizada na indústria de cosméticos como protetor natural da pele, servindo também para aumento a pigmentação, o que garante maior resistência à pele e uma coloração natural agradável. Está presente em bronzeadores, protetores solares, cremes para a pele, batons, xampus, sabonetes entre outros produtos. O urucum é exportado em sementes.

    Ventosa

    • Ventosa
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    • Ventosa
    • Ventosa
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    Hernandia sonora (Hernandiaceae) Distribuição Geográfica: Região Amazônica brasileira e Guianas Árvore com tronco de cerca de 18m, ramos internos longo-eretos, os demais horizontais, as flores se apresentam em pequenos corimbos (tipo muito comum de inflorescência e que as flores partem de alturas diferentes e alcançam o mesmo nível na porção superior), fruto-globoso protegido por invólucro em curiosa forma de ventosa (origem do nome vulgar). Como a árvore ocorre de preferência nas margens dos rios da região Amazônia, esse invólucro funciona como flutuador quando o fruto cai nas águas correntes, facilitando a disseminação da espécie.

    Vinhático

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    Plathymenia reticulata Benth. (Fabaceae) Distribuição Geográfica: Brasil. Do estado de Pernambuco até o Rio de Janeiro, com maior frequência nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Árvore de até 30 m de altura com caule de 80 a 100 cm de diâmetro. Sua casca é parda escura, com ritidoma esfoliando regularmente em pequenas placas ou lâminas, permanecendo a fina casca interna. As folhas são alternas e compostas, enquanto as flores são alvas, pequensa e dispostas em espigas cilíndricas. O fruto é tipo legume, atingindo até 20 cm, contendo várias sementes. A germinação desta espécie se dá em média 15 dias após a semeadura e a semente mantém 88% de poder germinativo. Floresce de outubro a dezembro, às vezes alcançando até abril. Frutifica de julho a novembro. Sua madeira é pesada, moderadamente dura e resistente. É utilizada na marcenaria de luxo, inclusive a madeira das raízes.

    Vitória-régia

    • Vitória-régia
    • Vitória-régia
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    Victoria amazonica (Poepp.) J.E.Sowerby (Nympheaceae) Distribuição Geográfica: Brasil, Bolívia e Guianas. Planta aquática, apresenta folhas que formam um disco circular, podendo atingir até 2m de diâmetro com as bordas levantadas até 13cm. São bastante espessas, tendo grande resistência na água devido às nervuras cheias de ar e gases. As folhas adultas suportam até 45kg. Floresce no verão e as flores duram pouco, são solitárias, flutuantes, com aroma suave, compostas de aproximadamente cem pétalas - as externas brancas e as internas púrpura ou rosa-escuro. Abrem ao entardecer, ficando assim toda a noite e morrem na manhã seguinte. Após a morte das flores, estas não sendo comidas pelos peixes mergulham na água e penetram no lodo, onde amadurecem suas sementes para rebrotar. A vitória Régia ocorre desde os rios da Guiana Inglesa até o sul do rio Paraguai, sendo uma das maiores atrações turísticas da Floresta Amazônica. Ela foi batizada em 1838 pelo botânico John Lindley, em homenagem à rainha Vitória, da Inglaterra. No entanto, os índios brasileiros tem histórias próprias para explicar seu surgimento. Segundo uma delas, uma cabocla, tomada pelo amor, queria tocar Iaci – a lua – para se tornar uma estrela e saciar sua paixão. Ao ver a lua refletida na superfície de uma lagoa, a jovem mergulhou, pensando poder tocá-la, e afundou-se nas águas. Comovida com o destino da bela cabocla, Iaci decidiu transformá-la numa estrela das águas: a vitória-régia. Os primeiros espécimes que floresceram no Jardim Botânico nasceram de sementes trazidas do Mato Grosso pelo botânico Frederico Carlos Hoehne, por volta de 1910.