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Plantas

  • Palmeira-imperial

    • Palmeira-imperial
    • Palmeira-imperial

    Roystonea oleracea (Jacq.) O.F.Cook (Arecaceae) Distribuição Geográfica: América Central, Colômbia, Venezuela e Guianas É uma palmeira solitária, medindo até 50m de altura sendo mais larga na base com frondes pinadas, grandes, regularmente espalmadas em curva graciosa, cacho revestido com pelos lanosos nos seus ramos. Seu fruto pequeno; rápido crescimento. Acreditava-se que as primeiras plantas tinham sido trazidas do Jardim Gabrielle, na Guiana Francesa de onde vieram muitos espécimes, principalmente durante o período em que Caiena esteve sob domínio português em represália à ocupação de Portugal pelos franceses. Todavia, os primeiros espécimes vieram, na verdade, do Jardim La Pamplemousse, nas Ilhas Maurício, trazidas por Luiz de Abreu Vieira e Silva. As mudas foram oferecidas ao príncipe regente d. João que plantou o primeiro exemplar no Jardim Botânico em 1809. Conhecida como palmeira imperial, sua propagação pelo país deve-se aos escravos que, descumprindo ordens do diretor Serpa Brandão, roubavam suas sementes à noite para vendê-las por 100 réis cada. As duas mais antigas aleias - aleia Cândido Baptista e aleia Barbosa Rodrigues - são formadas por exemplares desta palmeira, símbolos do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

    Palmeira-laca

    • Palmeira-laca
    • Palmeira-laca
    • Palmeira-laca

    Cyrthostachys renda Blume (Arecaceae) Distribuição Geográfica: Malásia, Tailândia e Indonésia em áreas baixas e pantanosas Troncos múltiplos, de 3 a 5m de altura. Frutificação abundante durante os meses de verão. Multiplica-se por separação das brotações da base e por sementes. Espécie pouco difundida, restrita a coleções botânicas e a clima tropical úmido, principalmente em regiões litorâneas. Tem grande efeito decorativo devido ao verde das folhas e paisagem relacionada com o vermelho vivo do palmito.

    Palmeira-rabo-de-peixe

    • Palmeira-rabo-de-peixe

    Caryota mitis Lour. (Arecaceae) Distribuição Geográfica: Antilhas e Barbados. Palmeira de tronco simples, retilíneo de 7 a 10 m de altura, com espinhos densos, longos, pretos e rijos. Folhas pinadas, com espinhos nos pecíolos, espinhos nas duas faces, folhas um tanto planas. Frutos vermelhos com polpa amarelada. Espécie raramente encontrada em cultivo, resistente ao sol e apropriado para parques e jardins, devendo ser cultivada distante de caminhos e passagens. Utilizada em decorações pela folhagem. Do tronco são feitas bengalas e dos frutos colares.

    Palmito-juçara

    • Palmito-juçara

    Euterpe edulis Mart.(Arecaceae) Distribuição Geográfica: Sul da Bahia ao Rio Grande do Sul Atinge de até 15 metros de altura, como tronco (estipe) de 10 a 20 cm de diâmetro. A madeira é leve, dura. A cabeça do estipe é conhecida popularmente como "palmito". Utilização: Alimentação; construções rurais como ripas, caibros, escoras e andaimes; paisagismo. Floração: setembro a dezembro Possui valor ornamental e é utilizada como alimento, no artesanato e para construção. Mas apresenta um valor inestimável para a floresta já que cerca de setenta espécies de animais se alimentam dos frutos do palmito, entre pequenos roedores, primatas e aves. E são os responsáveis pela dispersão de seu fruto colaborando para a germinação das sementes pois ao se alimentarem retiram a polpa. O palmito extraído do miolo dessa palmeira é muito usado na culinária. Ele pode ser obtido também do açaí ou da pupunha, mas o palmito-juçara é considerado mais saboroso. A exploração sustentável do palmito-juçara é um imenso desafio pois a palmeira leva de sete a nove anos para chegar ao tamanho do corte e apesar de chegar a 20 metros de altura, cada árvore produz um único palmito, de apenas 30 centímetros de comprimento. A demanda crescente do mercado e o extrativismo predatório fizeram do palmito-juçara uma espécie ameaçada de extinção em vários estados do país.

    Pata-de-vaca

    • Pata-de-vaca
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    • Pata-de-vaca
    • Pata-de-vaca
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    Bauhinia forficata (Fabaceae) Distribuição Geográfica: Sudeste do Brasil É uma pequena árvore de copa aberta e tronco de cor clara com espinhos. Possui flores brancas, que podem ser vistas entre os meses de outubro a janeiro, dispostas em cachos. Seus frutos são vagens achatadas secas de cor marrom. Tem uso no paisagismo e a madeira é utilizada para carvão e obtenção de celulose. Em suas flores, folhas e cascas há substâncias que atuam na regulação do açúcar no sangue. É usada na medicina para tratamento de diabetes, controle do colesterol e como diurético.

    Pau-brasil

    • Pau-brasil
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    Caesalpinia echinata Lam. (Fabaceae) Distribuição Geográfica: Mata Atlântica (Brasil) O nome pau-brasil vem de brasa, devido ao vermelho intenso da sua madeira e do pigmento dela extraído. É também conhecido como ibirapitanga, arabutã, pau-pernambuco e pau-de-tinta. A árvore é símbolo do Brasil desde 1978, podendo atingir até 30 m de altura com tronco de 50 a 65 cm de diâmetro. Sua madeira dura e pesada de cor vermelho-laranja vivo quando cortada. Suas flores são amarelas e suavemente perfumadas e florescem de setembro a dezembro.. Tem utilização na fabricação de corantes, na marcenaria, na construção civil, naval e na fabricação de arco de violino.

    Pau-ferro

    • Pau-ferro

    Características: Atinge de 20 a 30 m de altura, com tronco de 50 a 80 cm de diâmetro; casca fina, lisa, acinzentada; flores amareladas e pequenas.

    Utilização: Construção civil, paisagismo e reflorestamento mistos destinados a recomposição de áreas degradadas de preservação permanente.

    Floração: novembro a fevereiro

    Distribuição geográfica: Da costa do estado do Piauí até a costa do estado de São Paulo.

    Pau-mulato

    • Pau-mulato
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    Calycophyllum spruceanum (Benth.) K.Schum. (Rubiaceae) Distribuição Geográfica: Região Amazônica Árvore de porte elevado de 20-30 m de altura, tronco retilíneo atingindo 50-60 cm de diâmetro, com ramificação terminal. Casca fina, muito lisa e brilhante. Quando nova é de cor verde, tornando-se parda quase bronze, assumindo a cor que lhe deu o nome “mulato”. Em seguida, a certa época, adquire cor ferrugínea, descamando anualmente em longas tiras. Tem folhas opostas; flores alvo-amareladas e pequenas. O fruto é uma cápsula de cerca de 1 cm. A madeira é fácil de trabalhar e empregada na construção civil, vigas e marcenaria. Também é muito apreciada na construção de lanchas. Na Amazônia, de onde é originária, a casca do pau-mulato é usada tradicionalmente no tratamento de ferimentos, infecções e queimaduras. A ciência está começando a conhecer compostos químicos dessa árvore que parecem combater fungos e bactérias. Um outro uso promissor pode surgir de uma descoberta recente: a casca do pau-mulato tem também compostos antioxidantes, que previnem o envelhecimento da pele. Como a árvore renova sua casca anualmente, a exploração desse recurso seria sustentável e permitiria evitar o corte.

    Pau-rei

    Característica: Atinge de 20 a 30 m de altura, com tronco de 50 a 80 cm de diâmetro. A madeira é leve, compacta, bastante resistente.

    Utilização: Obras internas como forros e divisórias; fabrico de caixotaria; polpa celulósica; paisagismo de parques e grandes jardins; com crescimento rápido é ótima para plantios em reflorestamento mistos destinados a recomposição de áreas degradadas de preservação.

    Floração: julho a outubro

    Distribuição geográfica: Sul do estado da Bahia, estado do Espírito Santo e estado do Rio de Janeiro.

    Peróba-café / Guatambu

    Características: Atinge de 20 a 30 m de altura, com tronco de 60 a 80 cm de diâmetro; a madeira é moderadamente pesada, dura, compacta e resistente; possui uma capa perfeitamente piramidal.

    Utilização: Construção civil; revestimentos internos; tacos; tábuas para assoalhos; móveis, peças torneadas; utensílios de cozinha; cabos de ferramentas; paisagismo.

    Floração: setembro a novembro.

    Distribuição geográfica: estado do Rio de Janeiro e estado de Minas Gerais até o estado de Santa Catarina.