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Plantas

  • Jequitibá-cedro

    • Jequitibá-cedro

    Características: Atinge de 30 a 50 m de altura, com tronco de 70 a 100 cm de diâmetro; é uma das maiores árvores da flora brasileira; a madeira é leve e macia ao corte.

    Utilização: Construção civil, obras internas; móveis; confecção de brinquedos; saltos de calçados; lápis; cabos de vassoura, paisagismo de parques e praças públicas; plantios mistos em áreas degradadas de preservação permanente.

    Floração: dezembro a fevereiro

    Distribuição geográfica: estado do Espírito Santo, estado do Rio de Janeiro, estado de Minas Gerais, estado de São Paulo e estado do Mato Grosso do Sul.

    Lança-de-são-jorge

    • Lança-de-são-jorge

    Sansevieria trifasciata Prain. (Asparagaceae) Distribuição Geográfica: África Ocidental Tropical Planta herbácea rizotomosa, entoureirada, sem caule. Suas folhas são suculentas, pontiagudas, cilíndricas e verticais. Possui influrescências rosas ou esbranquiçadas. Por causa do visual interessante, é muito usada em vasos e jardins. È também utilizada em rituais de limpeza espiritual e em toadas de sassanha no Candomblé e religiões afro-brasileiras.

    Lichia

    • Lichia
    • Lichia

    Litchi chinensis Sonn. (Sapindaceae) Distribuição Geográfica: China Árvore de folhas compostas, alternas com frutos pequenos, vermelhos e rugosos. As flores pequenas, brancas ou esverdeadas.: Foi uma das primeiras plantas que deram origem ao Jardim de Aclimação. Seu valor histórico deve-se ao fato de ter sido trazida do Jardim La Pamplemousse por Luiz de Abreu, juntamente com a fruta-pão e a jaqueira, entre outras, dando início ao seu cultivo no país. Os chineses a ofereciam aos visitantes como sinal de distinção, pois é considerada uma das frutas mais saborosas do mundo. Possui também uso ornamental.

    Mangueira

    • Mangueira
    • Mangueira
    • Mangueira
    • Mangueira
    • Mangueira
    • Mangueira

    Mangifera indica L. (Anacardiaceae) Distribuição Geográfica: Ásia Tropical Árvore de grande porte com copa densa, atingindo até 30 mestros de altura, com folhas simples, alternas, oblongas ou oblonga slanceoladas, coriáceas, até 28 cm de comprimento e 6 cm de largura o raque e os ramos são mais ou menos avermelhados e as flores vão de uma cor esbranquiçada até o amarelo esverdeado de cerca de 8 mm de diâmetro com seis pétalas lanceoladas. Atualmente é cultivada em todos os países tropicais devido às suas deliciosas frutas das quais se destacam as variedades: Bourbon, Rosa, Manteiga, Espada, Carlota, Itamaracá, Sapatinho, dentre outras. O caule produz uma resina, empregada medicinalmente contra a disenteria e a sífilis. As cascas do tronco contêm tanino, sendo empregadas em curtume. Na Índia, a árvore é empregada para a cultura da laca e a madeira serve para fazer caixas para chá. Na África usam o cozimento da casca no tratamento de cólicas. No Brasil, a mangueira foi introduzida no século XVII pelos portugueses. A árvore é característica da paisagem urbana de Belém e frequente no Rio de Janeiro.No Jardim Botânico a aleia de mangueiras conta com 56 árvores centenárias, com troncos que lembram verdadeiras esculturas.

    Manjericão

    • Manjericão

    Ocimum basilicum L. (Lamiaceae) Atua contra o estresse, dor de cabeça, indigestão, tensão muscular e em problema respiratório. Usada na culinária, principalmente no molho pesto italiano e em carnes.

    Mogno

    • Mogno

    Característica: Atinge de 25 a 30 m de altura, com tronco de 50 a 80 cm de diâmetro; madeira moderadamente pesada, dura e resistente.

    Utilização: Mobiliário de luxo, objeto de adorno, painéis, lambris, acabamentos internos em construção civil (venezianas, rodapés, molduras e assoalhos); muito ornamental para parques e jardins.

    Floração: novembro a janeiro

    Distribuição geográfica: Região Amazônica e região sul do estado do Pará.

    Ninfeia

    • Ninfeia
    • Ninfeia
    • Ninfeia

    Nymphaea sp. L. (Nympheaceae) Distribuição Geográfica: Global com exceção das calotas polares Embora seja da mesma família da vitória-régia, se diferencia desta pelo caule alongado, pelas flores de cores variadas e pelas folhas planas. As flores se abrem pela manhã e se fecham à tarde, devido ao estímulo solar. É utilizada para ornamentação, fins medicinais, alimentação (rizoma e sementes) e perfumaria.

    Olho-de-boi

    • Olho-de-boi
    • Olho-de-boi
    • Olho-de-boi

    Dimocarpus longan Lour. (Sapindaceae) Distribuição Geográfica: Índia, China e Mianmar Atinge até 6 metros de altura com folhas alternas pinatífidas, folíolos inteiros, opostos, oblongos, agudos e glabros. Suas flores são brancas e dispostas em panículas. Tem frutos em bagas, de cor amarela transparente, com arilo comestível e doce. Foi trazido ao Brasil por Luiz de Abreu em 1809, adaptando-se muito bem, sendo que em 1825 foi plantada uma aleia no Jardim Botânico onde ainda se encontram alguns espécimes. Foi também introduzida na China e cultivada como árvore frutífera e ornamental. Sua madeira é usada para lenha. Seus frutos saborosos são muito apreciados e no Brasil suas sementes são usadas como proteção contra “mau-olhado”.

    Orégano

    • Orégano

    Origanum vulgare L. (Lamiaceae) Nativo do mediterrâneo e usado como tempero em vegetais, carnes e massas na culinária de vários países, especialmente na Itália e Portugal. Sua ação antimicrobiana auxilia na conservação dos alimentos.

    Palmeira-de-leque-da-china

    • Palmeira-de-leque-da-china

    Livistona chinensis (Jacquin) R. Brown ex Martius in C. F. P. von Martius et al.(Arecaceae) Distribuição Geográfica: China e Japão A palmeira-de-leque-da-china possui estipe de 8 a 15 metros de altura e de 20 a 25 centímetros de diâmetro. Pode ser reconhecida pelas folhas com a ponta dos segmentos pendentes e ápices bifidos. As folhas são palmadas, os segmentos foliares, de cor verde-escuro, possuem nervuras centrais amareladas e pecíolos, de 1,5 a 2m de comprimento, apresentam uma fileira de espinhos na margem. Floresce no outono e no inverno.